Detalhe do Case

Prêmio Caio 26ª Edição

Case: ArtsSP

ArtsSP 3ª edição

Candidato: Dançar Marketing
Cliente: SulAmérica
Segmento: Eventos
Categoria: Mostra e Exposição

O ArtsSP 3ª edição consolidou-se em 2025 como uma das mostras de arte urbana mais relevantes do país, promovendo gratuitamente uma experiência artística que uniu arte urbana, tecnologia e música em plena Avenida Paulista, transformando a cidade em uma verdadeira galeria a céu aberto. Gratuita e democrática, a iniciativa uniu grafite, artes digitais, tecnologia e música, promovendo uma experiência imersiva que ultrapassou os limites tradicionais de exibição em galerias.

O projeto buscou democratizar o acesso à cultura e valorizar linguagens contemporâneas, ao mesmo tempo em que aproximou a população da produção criativa de artistas brasileiros de destaque.

A curadoria foi assinada pelo consagrado VJ Spetto, referência internacional em projeções de grande escala e video mapping, que reuniu um time diverso de 10 artistas de diferentes gerações e estilos: Aline Fixxa, Icone K, Hifa Cybe, Letícia Pantoja, Moluco, Luma Assis, Paulo Sayeg, SOW84, VJ Erms e VJ Grazzi. Cada um trouxe sua identidade estética, criando obras originais que dialogaram com os gêneros musicais Blues e Rock, tema central desta edição.

A trilha sonora foi concebida pelo DJ Chico Abreu, que criou uma playlist exclusiva no Spotify durante a criação das obras pelos artistas, potencializando a conexão entre imagem e som. As projeções ocorreram nos dias 5, 6, 8, 9 e 22 de maio de 2025, iluminando o histórico Edifício Anchieta, localizado no cruzamento da Avenida Paulista com a Rua da Consolação, impactando milhares de pessoas que transitavam pela região.

Além da experiência presencial, todo o conteúdo foi disponibilizado nas plataformas digitais do projeto: Site (www.artssp.com.br), YouTube (@ArtsSP) e Instagram (@artssp_oficial), ampliando o alcance e garantindo que a força transformadora da arte urbana ultrapassasse as fronteiras físicas, alcançando públicos de diferentes regiões e idades.

Apresentado pelo Ministério da Cultura e pela SulAmérica, com apoio da Epson e Jack Daniel’s, o ArtsSP reafirmou seu papel como um marco cultural que conecta criatividade, inovação e diversidade em um dos espaços mais emblemáticos do Brasil.

Vídeo

O desafio central do ArtsSP 3ª edição foi conceber uma mostra artística em escala urbana, capaz de ocupar um dos espaços mais emblemáticos e movimentados do Brasil: a Avenida Paulista, transformando o espaço urbano em palco para projeções mapeadas de grafite e artes digitais. Ao assumir esse território simbólico, o projeto buscou transformar um ambiente cotidiano de alta circulação em um espaço de contemplação e reflexão estética, propondo uma experiência gratuita, democrática e inclusiva, capaz de dialogar com a diversidade de públicos que transitam diariamente por essa região.



A proposta desafiadora consistiu em unir linguagens distintas, sendo elas a tradição do grafite, a contemporaneidade das artes digitais e a potência da música, em um formato acessível e impactante, que garantisse tanto a qualidade artística quanto a viabilidade técnica em um espaço urbano de grande complexidade.



O objetivo central era democratizar o acesso à cultura, criando oportunidades de interação e contemplação para todos, independentemente de faixa etária, origem social ou nível de familiaridade com a arte contemporânea. O projeto também se propôs a valorizar a arte urbana, reconhecendo sua importância como expressão legítima da cultura das cidades, ao mesmo tempo em que integrava tecnologia, inovação e tradição artística. Outro aspecto essencial foi aproximar o público dos processos criativos, revelando não apenas a obra final, mas também o caminho percorrido pelos artistas, seus métodos, inspirações e referências, tornando o processo tão relevante quanto o resultado.



Entre as metas estabelecidas, estavam:

• Engajar diretamente milhares de transeuntes que circulam pela Avenida Paulista, transformando sua rotina em uma experiência cultural inesperada.

• Potencializar o alcance digital, ampliando a difusão do projeto por meio de transmissões, making of, entrevistas e conteúdos de bastidores, garantindo acesso também ao público online.

• Dar visibilidade a novos talentos da cena urbana e digital, oferecendo a eles um espaço de destaque em um dos locais mais simbólicos do Brasil.

• Estimular a reflexão sobre a tecnologia como suporte artístico e sua capacidade de transformar a paisagem urbana em um meio de expressão coletiva.

• Criar uma ponte entre arte, música e cidade, conectando diferentes públicos e celebrando a pluralidade cultural de São Paulo.



Assim, o desafio foi não apenas conceber uma intervenção de grande porte em um espaço emblemático, mas transformá-la em um movimento de inclusão cultural, que reafirma o papel da arte como agente de transformação social, estética e simbólica.

Para superar os desafios propostos e alcançar os objetivos do ArtsSP 3ª edição, o projeto foi estruturado em um formato cuidadosamente planejado e dividido em etapas complementares. O ponto de partida foi a seleção criteriosa dos artistas, conduzida pelo curador VJ Spetto, que reuniu nomes de diferentes gerações e estilos, compondo um elenco plural e representativo da diversidade da arte urbana e digital brasileira.



Na sequência, entre os dias 21 e 25 de abril de 2025, a criação em estúdio, onde cada artista teve a oportunidade de criar suas obras, acompanhados pela trilha ao vivo do DJ Chico Abreu, que construiu uma atmosfera sonora capaz de inspirar e ampliar o processo criativo. Essa etapa foi registrada em entrevistas exclusivas, não apenas revelando o resultado final, mas também os caminhos, desafios e inspirações que levaram à produção das artes.



Já nos dias 5, 6, 8, 9 e 22 de maio de 2025, as criações ganharam vida na empena do histórico Edifício Anchieta, na esquina da Avenida Paulista com a Rua da Consolação. A técnica de video mapping integrou arte e arquitetura urbana, sendo fundamental para adaptar as obras ao espaço, permitindo que fossem projetadas em grande escala e dialogassem diretamente com o local e com o fluxo intenso de pedestres. Paralelamente, todo o processo foi registrado por câmeras aéreas e de solo, que captaram o impacto da intervenção artística sobre o público e a transformação simbólica da cidade.



Após as projeções presenciais, iniciou-se a etapa de edição e distribuição digital. A partir de 3 de junho, o material foi disponibilizado no site oficial do projeto (www.artssp.com.br), no YouTube (@ArtsSP) e nas redes sociais (@artssp_oficial), ampliando o alcance para além do espaço físico. Esse conteúdo incluiu entrevistas, making of, bastidores e as trilhas sonoras originais, garantindo uma experiência completa também no ambiente online.



Entre as soluções encontradas, destacam-se a integração de linguagens artísticas diversas, a adoção de estratégias multiplataforma de comunicação e o compromisso com a acessibilidade digital, permitindo que o projeto alcançasse diferentes perfis de público. Essa combinação de ações consolidou o ArtsSP como uma iniciativa cultural inovadora, ao mesmo tempo enraizada na cidade e expandida para o universo digital.

Os resultados do ArtsSP 3ª edição evidenciam a força da mostra como agente de impacto cultural, social e simbólico, demonstrando a relevância e o impacto do projeto tanto no cenário cultural quanto na vida do público atingido. Durante os cinco dias de projeções na Avenida Paulista, milhares de pessoas foram impactadas diretamente pelas obras exibidas na empena do Edifício Anchieta, vivendo a experiência de transformar a rotina urbana em contato com a arte. A intervenção artística gerou não apenas encantamento, mas também reflexão sobre o papel da cultura na cidade, cumprindo plenamente a meta de democratizar o acesso à arte.



No ambiente digital, os resultados foram igualmente expressivos. O conteúdo gerado (vídeos, entrevistas, making of e trilhas sonoras) garantiu que a experiência fosse multiplicada e preservada, alcançando públicos de outras regiões do Brasil e até do exterior.



Outro ponto de destaque foi a ampla cobertura de imprensa e a repercussão nas redes sociais, que ampliaram a visibilidade do projeto e reforçaram sua relevância como um marco da arte urbana contemporânea. A comunicação digital estruturada em posts, stories, convites e newsletters permitiram engajamento contínuo e orgânico, atraindo públicos diversos e estabelecendo um diálogo direto com a comunidade.



O retorno também se deu na esfera simbólica e cultural. Os artistas participantes relataram a importância de projetar suas obras em um espaço tão emblemático, alcançando novos públicos e reforçando a legitimidade da arte urbana como forma de expressão e inovação. A trilha sonora de Chico Abreu, com playlist exclusiva no Spotify, ampliou o caráter imersivo da experiência e fortaleceu a conexão entre artes visuais e música.



Assim, o ArtsSP cumpriu e superou os objetivos inicialmente propostos: engajou presencial e digitalmente um público amplo e diversificado, promoveu visibilidade a novos talentos, estabeleceu a tecnologia como aliada da arte urbana e consolidou-se como uma ponte entre arte, música e cidade. O projeto reafirmou o papel da cultura como agente de transformação social e como veículo de inclusão, inovação e memória coletiva.