Detalhe do Case

Prêmio Caio 26ª Edição

Case: GLOBAL AGRIBUSINESS FESTIVAL - O Maior Festival de Cultura Agro do Mundo

Candidato: GAFFFF FESTIVAL
Segmento: Cliente Final
Categoria: Evento VUCA | Clientes

Portfólio do Concorrente: A DATAGRO é uma consultoria agrícola, com 40+ anos e presença em 50+ países. Produz análises e dados primários, cerca de 130 relatórios mensais sobre 18 commodities, apoiando decisões no Brasil e no exterior. A DATAGRO Experience concebe, faz a curadoria, produz e opera eventos como o Global Agribusiness Forum - GAF (desde 2012) e o Global Agribusiness Festival, integrando forum, feira, gastronomia e entretenimento.

Portfólio do cliente final: Proprietária do GAF e do GAFFFF, a DATAGRO lidera a estratégia de conteúdo e a integração entre forum, feira de negócios, gastronomia e entretenimento, com foco em sustentabilidade, inovação e geração de negócios. Em 2025, o GAFFFF foi apresentado pela XP e Corteva Agriscience e realizado em conjunto com entidades setoriais, ampliando capilaridade, pluralidade temática e legitimidade em proteínas, fibras, grãos, bioenergia e tecnologia.

Portfólio do evento: O GAFFFF é a evolução do Global Agribusiness Forum, criado em 2012. Em 2024 ganhou formato 4F (Forum, Fair, Food, Fun), aproximando campo e cidade e expandindo a experiência além do conteúdo técnico.

Ficha técnica: Título: Global Agribusiness Festival 2025. Tema: o maior festival de cultura agro do mundo. Participantes: 30 mil+ de 20+ países. Local: Allianz Parque, São Paulo. Datas: 5 e 6 de junho de 2025. Periodicidade: anual. Abrangência: nacional e internacional. Atividades: três palcos de conteúdo, feira de negócios, aulas gastronômicas, shows e ativações culturais, sociais e de sustentabilidade. Promotores: DATAGRO e entidades setoriais. Conceito: festival 4F que integra conhecimento, negócios, gastronomia e entretenimento.

Comprovação de Evento VUCA: Volátil: convivência, no recinto, de 3 palcos de conteúdo, feira de negócios, gastronomia e shows. Incerto: aderência do público aos temas; conectividade e serviços; clima de estádio semiaberto; contingências de segurança e autorizações; e logística de acesso e transporte. Complexo: operação paralela, com palcos no gramado isolados acusticamente; feira com centenas de marcas; pavilhão de finanças; aulas-show e shows; cenografia, som, luz, segurança e comunicação orquestrados em tempo real. Ambíguo: traduz ciência, mercado e políticas públicas em linguagem clara para públicos diversos; mediação acolhe visões distintas sem perder rigor, equilibrando entretenimento e debate técnico, preservando a essência do agro.

Vídeo

Briefing do cliente final: Após a estreia do modelo 4F em 2024, o desafio de 2025 foi consolidar o GAFFFF como um festival para todos, aprofundando a democratização do acesso ao conhecimento e o diálogo entre campo e cidade. A orientação foi organizar todo o Forum no gramado, com três palcos simultâneos e curadoria de alto nível, preservando a profundidade técnica e uma linguagem acessível para públicos heterogêneos. A convivência com a feira orientada a negócios, a programação gastronômica e as atrações culturais deveria ocorrer no mesmo perímetro do estádio, com experiência fluida e qualidade de entrega. A diretriz de inclusão, diversidade e integridade deveria estar explícita na narrativa e no ambiente, fortalecendo a legitimidade social do encontro. O projeto exigiu ainda a criação de um canal digital próprio. O lançamento de um aplicativo oficial deveria ampliar a comunicação de serviço, reduzir fricção de navegação e dar transparência à programação. Por fim, era necessário endereçar aprendizados da primeira edição em credenciamento, sinalização, mobilidade interna e comunicação em tempo real.



Metas

- Consolidar o Brasil como referência global do agro na convergência de clima, energia e alimentos.

- Democratizar o acesso ao conhecimento por meio de um Forum aberto, trilhas temáticas claras e mediação capaz de traduzir ciência e mercado para a sociedade.

- Ampliar a internacionalização com presença de delegações, embaixadas e câmaras, conectando o festival à agenda global do clima.

- Gerar oportunidades concretas de negócios na feira, com densidade de expositores âncora, startups e produtores artesanais, e com presença ativa do ecossistema financeiro.

- Fortalecer a conexão cultural entre origem, técnica e consumo por meio da gastronomia e das atrações artísticas, sem diluir o conteúdo técnico.

- Elevar a experiência do participante ao longo de toda a jornada com hospitalidade, acessibilidade, informação útil no aplicativo e comunicação em tempo real.

- Tornar visíveis compromissos ESG, com práticas de baixo carbono e iniciativas sociais com propósito.



Objetivos

- Organizar o Forum no gramado com três palcos simultâneos e arquitetura de programação coerente.

- Estabelecer critérios editoriais que assegurem rigor técnico e pluralidade de vozes.

- Estruturar a feira para a conversão e relacionamento qualificado entre empresas, startups, finanças, governo e universidades.

- Expandir e dar continuidade ao pilar gastronômico com operação constante e experiências formativas.

- Lançar e operar o aplicativo oficial do evento como hub de programação, mapas e avisos.

- Qualificar credenciamento, sinalização e fluxos internos.

- Evidenciar compromissos de inclusão, diversidade e impacto socioambiental em toda a jornada do festival.

- Fortalecer comunicação e reputação, ampliando cobertura de imprensa, influência qualificada e engajamento digital com narrativa pró-ciência.

Galeria de Fotos

DesenvolvimentoApós a estreia em 2024 com o modelo 4F, quando o Forum ficou fechado no Parque Mirante enquanto o gramado recebeu duas arenas abertas, o GAFFFF 2025 foi concebido para consolidar e aperfeiçoar esse formato. A diretriz foi unificar toda a programação do Forum no gramado, com três palcos simultâneos e acesso para todos, garantindo integração real entre conteúdo, feira de negócios, gastronomia e entretenimento. O objetivo central foi ampliar a escala e a qualidade do conteúdo, fortalecer o ambiente de negócios, diversificar a experiência gastronômica e expandir ativações culturais e sociais, aproximando ainda mais campo e cidade, sem perda de rigor técnico ou acessibilidade.



EstratégiasO conteúdo foi estruturado com curadoria de mais de 200 palestrantes em 48 horas de programação, reunindo lideranças políticas, empresariais, acadêmicas e organismos multilaterais, com nomes como Gro Brundtland e Shona Sabnis. Toda a jornada foi bilíngue (português e inglês), com tradução simultânea e intérpretes de Libras em todos os palcos. Em tecnologia, o evento lançou o aplicativo oficial com agenda atualizada, mapas interativos, notificações e galeria de fotos em tempo real, reduzindo fricções e melhorando o serviço ao público. A feira de negócios ampliou a área expositiva para 190 empresas, 60 startups e 120 produtores artesanais em parceria com a Prefeitura de São Paulo (Green Sampa, Semeando Negócios e Sampa+Rural), enquanto o Pavilhão de Finanças aproximou bancos, fundos e investidores de empresas e produtores. Na gastronomia, as operações foram expandidas para além da Arena de Fogo, que manteve aulas-show com Roberto Barcellos, Marcos Livi, Tállita Machado e Helô Palácio, abordando churrasco, reaproveitamento de alimentos e sustentabilidade. A cultura esteve presente com pocket shows distribuídos pelo estádio e grandes apresentações no Palco Global (Fiduma & Jeca, Fernando & Sorocaba com participação de Fiorella, Thiago Carvalho e Leonardo com participação de Gabi & Rapha), além da parceria com Os Independentes pelos 70 anos de Barretos. Ativações paralelas reforçaram a agenda internacional e setorial, como a cavalgada da ABQM com 100 cavaleiros e amazonas no Dia Mundial do Meio Ambiente, a presença de embaixadas e câmaras de comércio, o debate do documentário World Without Cows, a participação do Porto de Santos, a assinatura do Manifesto pela Diversidade e Inclusão, a presença da Prefeitura de Sorriso e a curadoria da Setur-SP para promoção de destinos e produtores artesanais. Em sustentabilidade, a operação utilizou 45 mil litros de biocombustível 100 por cento renovável fornecido pela Be8, com gestão de resíduos, economia circular e debates sobre agricultura regenerativa e mudanças climáticas. As ações sociais foram fortalecidas com De Olho no Material Escolar, FAM, Hospital de Amor e Pacto Contra a Fome, além de código de conduta e canais de acolhimento. Foram ainda endereçados aprendizados de 2024 em credenciamento, sinalização, mobilidade interna e comunicação em tempo real.



Desafios: Integrar, no perímetro de um estádio multiuso, três palcos simultâneos do Forum, a feira setorizada, operações de alimentação distribuídas e grandes apresentações musicais, evitando competição sonora e cruzamento de fluxos, foi o desafio central. Não houve isolamento acústico: a solução foi posicionar palcos e atividades em áreas distintas e usar fones de ouvido nas palestras, garantindo inteligibilidade e convivência entre conteúdo, negócios, gastronomia e shows.



Também foram desafiadores a entrega bilíngue com tradução simultânea e Libras em todos os palcos, a conectividade básica necessária para agenda e mapas do aplicativo (sem comunicação em tempo real), e a coordenação de credenciamento, sinalização e mobilidade interna para mitigar filas e pontos de atrito. Somam-se a isso a gestão de riscos climáticos de um recinto semiaberto, segurança e autorizações, a necessidade de tornar visíveis métricas de sustentabilidade, e a orquestração logística de expositores, startups e operações de A&B.



Soluções



- Forum: Para integrar o estádio multifuncional, o Forum foi unificado no gramado com três palcos operando em paralelo, em formato de palestras silenciosas com fones de ouvido, dois canais de áudio em português e inglês e interpretação em Libras. A competição sonora foi mitigada pelo posicionamento dos palcos e das atividades em áreas distintas, com zonificação do gramado e dos anéis e fluxos de circulação planejados. O aplicativo oficial concentrou programação, mapas e guia do participante, enquanto a orientação em campo ocorreu por sinalização dedicada e pela equipe de apoio formada por voluntários da Liga do Agro, treinados para auxiliar acessos, informações e mobilidade interna.



 A Caminhada pelo Cavalo da ABQM levou cerca de 100 cavaleiros e amazonas até o estádio, conectando campo e cidade diante de uma plateia que incluiu governadores, prefeitos, senadores e delegações de mais de 30 países.



O Fórum também abriu espaço para a assinatura do Manifesto DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), com a participação de Luiza Helena Trajano, Plinio Nastari e Sylvia Coutinho, e blocos dedicados a universidades e novas lideranças reforçaram a conexão entre ciência, ensino e empregabilidade. Delegações estrangeiras e embaixadas estiveram presentes desde a abertura, ampliando o caráter global das discussões e a ponte com mercados, clima e segurança alimentar.



No mesmo contexto, foi sancionada em São Paulo a lei do SISP-POV, modernizando a fiscalização e a comercialização de produtos vegetais e mostrando como o Fórum também gera decisões oficiais.



A presença da PBR (Professional Bull Riders), com tricampeões mundiais no Allianz Parque, aproximou o público urbano da cultura do rodeio profissional e fortaleceu a narrativa da pecuária moderna. O documentário World Without Cows, debatido por Mark Lyons, CEO global da Alltech, trouxe evidências sobre a pecuária moderna como aliada em nutrição, economia e clima.



- Food: Para reduzir deslocamentos e concentrar conveniência, distribuímos a oferta de A&B em todo o anel do Allianz Parque, com mais de 10 lanchonetes do estádio em funcionamento, além de operações pop-up dos restaurantes Nagairô, La Coppa e Braza no térreo, abertas a todos os participantes, e uma praça de alimentação dedicada próxima ao Portão D. O app oficial reuniu cardápios e mapa de alimentação para orientar o público. As opções de comida ficaram disponíveis das 10h às 22h. A Arena de Fogo virou um dos epicentros do festival. Em dois dias, o público acompanhou o preparo ao vivo de mais de cinco toneladas de carnes, enquanto uma programação contínua de mais de dez horas de aulas-show apresentou técnicas, cortes e histórias que valorizam a cadeia da proteína animal no Brasil. No comando das sessões estiveram nomes de referência como Cleber Lamarca, Roberto Barcellos, Helô Palácio, Marcos Livi e Tállita Machado, entre outros, garantindo uma experiência gastronômica intensa, didática e envolvente. Para acessibilidade e conforto acústico, a Arena de Fogo também operou com fones individuais, no mesmo modelo de “palestras silenciosas” do Forum, garantindo clareza de áudio mesmo com o estádio em atividade.



- Fair: A feira foi setorizada em âncoras complementares, conectando tecnologia, finanças e identidade do agro. A Feira de AgTechs operou com naming rights do Porto de Santos, ancorando a narrativa de competitividade logística e conectando inovação à infraestrutura portuária e ao escoamento da produção. No eixo de políticas públicas e inclusão produtiva, a Prefeitura de São Paulo, por meio da ADE SAMPA e dos programas Sampa+Rural e Semeando Negócios, organizou um contingente de 46 expositores, incluindo 10 agtechs. No eixo de identidade e gastronomia, a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo (Setur-SP) curou 20 produtores artesanais e promoveu destinos do interior, usando a feira como vitrine de origem, qualidade e hospitalidade.



A Cota Conexões proporcionou almoços e jantares exclusivos, aproximando executivos, lideranças e marcas em encontros estratégicos de relacionamento.



- Fun: o festival contou com pocket shows distribuídos pelo Allianz Parque e com grandes apresentações no Palco Global. Em 5 de junho, Fiduma & Jeca abriram a noite, seguidos por Fernando & Sorocaba (participação especial de Fiorella). Em 6 de junho, Thiago Carvalho fez o show de abertura e Leonardo encerrou a noite, com participação de Gabi & Rapha. Por conta da parceria com “Os Independentes” A Festa do Peão de Barretos também marcou presença com homenagens aos 70 anos, rodeio transmitido em telão e moda de viola.

Galeria de Fotos

Em 2025, o GAFFFF consolidou o modelo 4F como o maior festival de cultura agro do mundo e cumpriu o reposicionamento do Forum no gramado do Allianz Parque com 3 palcos simultâneos e acesso aberto. Em dois dias, mais de 30.000 pessoas circularam pelo estádio. A curadoria garantiu densidade técnica e acessibilidade: o Forum somou 48 horas de conteúdo, 46 painéis e mais de 200 palestrantes distribuídos em 3 palcos, com programação bilíngue (português e inglês), tradução simultânea e interpretação em Libras em todos os palcos.



A diretriz de “integrar, sem interferência sonora, conteúdo, feira, gastronomia e entretenimento” foi atendida por meio de zonificação do gramado e dos anéis, distribuição das atividades em áreas distintas e adoção do formato de palestras silenciosas com fones de ouvido. Não houve construção de isolamento acústico; o objetivo foi alcançado operacionalmente com posicionamento, fluxos e fones, assegurando inteligibilidade e convivência entre os pilares.



A feira de negócios foi ampliada e orientada à conversão, como pedia o briefing. A Fair reuniu 190 expositores, 60 startups e 120 produtores artesanais, dentro de uma operação total de 20 horas de feira, 194 estandes, 58 espaços de AgTechs/Finanças, 107 agricultores familiares, mais de 5.000 m² e 210 patrocinadores. A organização setorial em âncoras facilitou networking e fechamento. A Feira de AgTechs operou com naming rights do Porto de Santos, ancorando a narrativa de competitividade logística e conectando inovação à infraestrutura de escoamento. Resultado direto: R$ 1,8 bilhão em negócios gerados durante o festival.



A gastronomia foi qualificada para além da Arena de Fogo, com operações distribuídas por todo o estádio. A Arena de Fogo manteve protagonismo como experiência didática e sensorial: 9 assadores, 20 horas de Arena, 9 horas de churrasco ao vivo e mais de 5 toneladas de carne preparadas, aproximando público urbano de técnicas, origens e sustentabilidade na cozinha.



A programação musical entregou mais de 50 horas de shows com 15 atrações musicais, combinando pocket shows pelo Allianz Parque e apresentações no Palco Global. O eixo de entretenimento atendeu ao objetivo de fortalecer a conexão cultural entre origem, técnica e consumo, sem interferência no Fórum graças à setorização das áreas e à distribuição das ativações ao longo do estádio.



Em sustentabilidade e integridade, a operação utilizou 45.000 litros de biocombustível 100% renovável fornecido pela Be8, aliada a gestão de resíduos, economia circular e conteúdos dedicados a agricultura regenerativa e mudanças climáticas. O código de conduta e os canais de acolhimento permaneceram visíveis e ativos durante o evento, cumprindo a agenda social e de integridade do briefing.



O aplicativo oficial estreou em 2025, como solicitado, centralizando programação, mapas e galeria de fotos. O uso totalizou mais de 700 usuários ativos e cerca de 7.000 cliques (42% em programação, 14% em networking, 9% em mapa e 7% em alimentação). A orientação “em tempo real” prevista no briefing foi suprida presencialmente por sinalização dedicada e por uma equipe de apoio formada por mais de 50 voluntários da Liga do Agro, atuando em credenciamento, informação e mobilidade interna. Além disso, foram corrigidos gargalos observados em 2024, com melhorias de fluxo, sinalização e conveniências no local.



A internacionalização foi ampliada. O festival recebeu delegações de mais de 20 países e contou com a presença de mais de 30 embaixadas e câmaras de comércio, além de governadores, senadores, prefeitos, ministros e 45 autoridades na cerimônia de abertura, fortalecendo o protagonismo do Brasil em agendas globais de clima, alimentos e energia.



A comunicação e a reputação cresceram com monitoramento do pré ao pós-evento. O impacto midiático registrou 627 matérias publicadas em 265 veículos, 203 inserções em TV, rádio e podcasts, 31 matérias impressas e 596 matérias digitais, alcançando audiência potencial de 207.631.132 pessoas. Nas redes oficiais, o Instagram somou 2.847.000 impressões, 1.274.000 contas alcançadas e 57.000 interações; o LinkedIn registrou 1.050.000 impressões, 621.000 contas alcançadas e 33.000 interações; o YouTube contabilizou 87.000 visualizações. A rede de embaixadores e influenciadores reuniu mais de 51 perfis, alcançou 26 milhões de pessoas, gerou 195.000 curtidas, 430 publicações e mais de 700 posts. A presença de mídia OOH atingiu mais de 9.000 inserções em rodovias e pedágios de São Paulo e cerca de 2,5 milhões de exibições em aeroportos e prédios comerciais em São Paulo, interior, Mato Grosso, Goiás e Brasília.



Em síntese, os objetivos foram atendidos: o Forum foi unificado no gramado com 3 palcos e acessibilidade plena; a feira ganhou escala e conversão, com R$ 1,8 bilhão em negócios; a gastronomia expandiu a experiência para além da Arena de Fogo; ESG foi demonstrado na prática com bioenergia e economia circular; a hospitalidade foi elevada com reforço presencial e digital; a internacionalização e a legitimidade institucional se ampliaram com delegações, embaixadas e autoridades; a comunicação e o engajamento digital alcançaram patamares expressivos, reforçando a narrativa pró-ciência e a posição do GAFFFF como principal ponto de encontro do agro.