Detalhe do Case

Prêmio Caio 26ª Edição

Case: PepsiCo - Visita a Fábrica Q3 - Top Time

Essência & Inovação  - Tecnologia a favor do talento

Candidato: Agência DMC
Cliente: PepsiCo do Brasil
Segmento: Prêmio Caio Sustentabilidade
Categoria: Evento de Responsabilidade Social

APRESENTAÇÃO

A DMC Negócios de Impacto há mais de 20 anos transforma viagens em jornadas de desenvolvimento humano. Em 2024, a DMC deu um passo adiante: incubou, acelerou e investiu na ESG Pulse, uma startup de tecnologia criada dentro do mesmo CNPJ da DMC no período de apuração, para mensuração, gestão e neutralização de emissões, além de compliance ESG em eventos. Esse arranjo nos permitiu unir criação, operação e inteligência de dados num mesmo núcleo, elevando o padrão de responsabilidade social no live marketing.

A PepsiCo Brasil, líder em alimentos e bebidas, atravessava um momento sensível: a aceleração da digitalização, automação e IA. Reconhecer os melhores do trimestre sem cuidar do impacto humano dessa transformação seria pouco. O Top Time Q3 – Visita à Fábrica, realizado em Belo Horizonte e Sete Lagoas (MG), nasce então com um propósito social: acolher ansiedades, construir confiança, educar para o novo e incluir todos na jornada tecnológica. Uma viagem de incentivo que se torna intervenção social corporativa.

O case foi desenhado como programa de sustentabilidade aplicado ao público interno, equilibrando social, ambiental e econômico. Cada escolha responde ao problema social identificado (medo do novo, ansiedade e insegurança) e se alinha aos ODS:



SOCIAL (saúde mental, educação, inclusão, gênero)



ODS 3 – Saúde e Bem‑Estar: a jornada começa pela escuta. A curadoria de ambientes acolhedores e a palestra de Maria Homem atuam como antídoto ao medo: linguagem acessível, empatia e reflexão guiada para transformar angústia em sentido e ação.



ODS 4 – Educação de Qualidade: as visitas ao Laboratório Hermes Pardini (ciência aplicada) e à fábrica de Sete Lagoas (processo, qualidade, ESG) traduzem tecnologia em aprendizado prático, mostrando coexistência entre automação e protagonismo humano.



ODS 5 – Igualdade de Gênero: liderança feminina na DMC e na PepsiCo à frente do projeto; palestra conduzida por mulher de referência nacional – representatividade que inspira e normaliza o lugar da mulher em decisões estratégicas.



ODS 10 – Redução das Desigualdades: 40 premiados de múltiplas regiões com acesso igualitário às mesmas informações, ferramentas e repertórios para navegar a mudança.



AMBIENTAL (inventário, neutralização, educação climática)



ODS 13 – Ação Climática: com a ESG Pulse, realizamos inventário de emissões (transporte aéreo/terrestre, hospedagem e operações) e neutralizamos 5,25 tCO₂. O tema clima é pedagógico: mostramos o balanço ao grupo, gerando consciência ambiental e senso de corresponsabilidade.



ECONÔMICO (trabalho decente, economia local, parcerias)



ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico: reforço do papel do vendedor como motor do crescimento também na era digital; a viagem é desenvolvimento e não só recompensa.



ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis: cadeia local ativada (gastronomia mineira, ingredientes regionais, serviços e produções locais), gerando valor compartilhado.



ODS 17 – Parcerias: articulação PepsiCo + DMC + ESG Pulse e fornecedores/organizações locais, com governança e métricas.



Por que cada etapa existe (do problema à solução):



Pré‑evento: comunicação clara reduz ruído e ansiedade (prepara a escuta).



Ciência aplicada (Pardini): tecnologia a favor da qualidade – metáfora viva para a mudança da PepsiCo.



Fábrica (Sete Lagoas): orgulho de origem + processos + ESG → “o futuro também é feito de gente”.



Palestra (Maria Homem): ressignificação do medo em curiosidade e propósito; espaço seguro para refletir.



Convívios e integrações: vínculos que sustentam a mudança no retorno às praças.



ESG Pulse: dados, inventário e neutralização para ancorar a jornada em responsabilidade mensurável.

O Top Time tem histórico de reconhecimento e formação. Nesta edição, transformou‑se em programa social interno: cuidar da saúde emocional, educar para o novo e incluir todos nos códigos da transformação digital.



Metodologia de abordagem:



Diagnóstico: apreensão com IA/automação; receio de perda de protagonismo.



Desenho pedagógico: jornada em capítulos – ciência → fábrica → reflexão → integração → propósito.



Mediação humana: liderança feminina e espaços para conversas francas.



Dados e clima: inventário em linguagem simples, neutralização e educação ambiental.



Capilaridade e multiplicação (pessoas e territórios):

Os 40 premiados chegaram por rotas aéreas como CGH, VCP, GRU, GIG, POA, REC, CWB, VIX, BSB, IPN, MOC, NAT, NVT, THE, FLN, todos conectando a CNF (Confins) e Minas. Essa geografia viva é o coração do alcance social: ao voltarem, tornaram‑se multiplicadores das mensagens (saúde emocional, tecnologia como aliada, clima) em suas filiais e regiões.



Inclusão social e economia local:



Apoio a produtores e serviços locais na alimentação e hospitalidade; respeito à cultura mineira como linguagem de acolhimento.



Parcerias locais (fornecedores/organizações) ativadas para gerar renda e reforçar ecossistema.



Acessibilidade relacional: ambientes e rotas pensados para acolher perfis diversos de familiaridade tecnológica – todos entendem, todos pertencem.



Repercussão:



Recorde de elogios de Vendas, RH e Operações.



Reconhecimento interno do encontro como o mais transformador do programa – não apenas “o melhor”, mas o mais necessário no momento exato.

Resultados atingidos (sociais, ambientais e econômicos):



Saúde emocional: queda percebida de ansiedade, aumento de confiança e senso de pertencimento.



Educação/Trabalho: entendimento prático de como tecnologia + humano elevam a qualidade; vendedores retornam melhores e mais seguros.



Multiplicação territorial: conteúdos reverberam em diversas praças do país, acelerando a adesão cultural à mudança.



Clima: neutralização integral de 5,25 tCO₂ via ESG Pulse; educação climática incorporada à experiência.



Economia local: circulação de renda em fornecedores e produtores da região, valorizando tradição + impacto.



Certificações e reconhecimentos:



Inventário e compensação documentados via ESG Pulse (startup da DMC no mesmo CNPJ no período de apuração).



Reconhecimento interno formalizado por áreas de Vendas, RH e Operações como referência de bem‑estar, educação e inclusão tecnológica.



Metas (próximos 3 anos):



Escala e perenidade: levar o modelo social (saúde mental + inclusão tecnológica) a todas as edições do Top Time.



Trilha contínua: consolidar formação híbrida (presencial + digital) com curadoria de conteúdo e mentoria.



Clima e dados: monitoramento semestral de indicadores de bem‑estar, pertencimento e adesão tecnológica, com dashboards ESG Pulse.



Fornecedores e ONGs: ampliar a base de parceiros locais e de impacto, com critérios ESG.



Descarbonização: manter neutralização 100% e reduzir emissões absolutas por participante/edição.