Containers, tambores, cones, farol de trânsito, chaves de roda e diversos outros elementos cenográficos de impacto definem a personalidade inovadora do estande que a GTM Cenografia construiu para o MINI no 36º Salão Internacional do Automóvel em São Paulo.
O projeto arquitetônico, repleto de estilo e design, é inspirado em uma Londres moderna e foi criado por Wado Gonçalves Diretor de Criação e Daniel Ueda Diretor de Arte ambos da B Ferraz, agência responsável também pela operação de todo o estande.
O maior desafio, portanto, foi pesquisar, reformar e trazer para o estande objetivos diversos, já usados e que pudessem compor o cenário criado para o estande.
Oito modelos MINI dividem espaço no estande de 384m2 com uma estrutura de containers empilhados que recebem áreas como uma loja oficial da marca, sala de reunião, áreas de serviço e uma cabine para tops DJs se apresentarem.
?Cada metro quadrado do estande foi pensado exaustivamente buscando-se a melhor solução construtiva, visando ótimo acabamento e o impacto pretendido pela marca e pela criação da agência. É uma riqueza infindável de detalhes que fazem deste estande um dos grandes atrativos de todo o Salão. Estamos muito orgulhos depoder contribuir para transformar um projeto tão diferenciado em realidade?, afirma Rodrigo Barros, diretor geral da GTM.
Painéis de Led F30 (transparentes) foram usados como fundos dos carros sem bloquearmos a visibilidade e permeabilidade . Cenários virtuais foram desenvolvidos especialmente para transmitirmos a ?alma? e ?mood? de cada modelo.
Projeto de iluminação foi desenvolvido por light designer com vasta experiência em teatro e shows. Focos pontuais, dramaticidade,movimento, Chiaro & Scuro.
Curadoria de mobiliários e objetos imprimiu veraciddae, ousadia e ineditismo. Construção Taylor Made para balcões, expositores, etc.
PROCESSO CONSTRUTIVO SUSTENTÁVEL
Para GTM, o processo construtivo sustentável não é um diferencial para os nossos clientes, é uma obrigação nossa com a comunidade em que estamos integrados.
Nossa meta verde inicia-se no processo de concepção e só termina na triagem ao final da desmontagem de cada um de nossos eventos.
Parcerias com cooperativas e organizações não-governamentais nos ajudam a dar um destino mais sustentável ao pouco que não conseguimos reutilizar em outras montagens.
Vidros, paredes, pisos são tradicionalmente reutilizados enquanto que lonas, revestimentos e certos tipos de madeiras, por exemplo passam por um processo de triagem e encaminhamento para reprocessamento.