Detalhe do Case

Prêmio Caio 11ª Edição

Case: Plant for the Planet

Accor e seus hóspedes plantam para o planeta

Candidato: Hotelaria Accor
Cliente: Accor
Segmento: Prêmio Caio Sustentabilidade
Categoria: Hotelaria
Estado: SP

A Accor na América Latina está presente em 10 países, com 170 hotéis e mais de 27 mil quartos das redes Sofitel, Pullman, Novotel, Mercure, Ibis e Formule 1. Líder mundial em operação hoteleira e líder de mercado na Europa, a Accor está presente em 90 países, com 4.100 hotéis e cerca de 500 mil quartos.

O amplo portfólio de marcas da Accor - Sofitel, Pullman, M?Gallery, Novotel, Suite Novotel, Mercure, Adagio, Ibis, All Seasons, Etap Hotel, Formule 1, hotelF1 e Motel 6, e as atividades relacionadas, Thalassa sea & spa e Lenôtre ? representam uma extensa oferta, do luxo ao econômico. Com 145 mil funcionários no mundo, o Grupo oferece a seus clientes e parceiros cerca de 45 anos de experiência em hotelaria.

A Accor América Latina fechou o ano de 2010 com um volume de negócios de USD 696 milhões, representando um crescimento consolidado de 28,9%. O crescimento L/L foi de 13,4%, excluindo a variação cambial e os hotéis abertos no período. O Revpar apresentou 17,3% de crescimento total, dos quais 8,8% em ocupação.

Entre os países da região que mais se destacaram, a Argentina apresentou um crescimento de 48,9%, fruto de nossa expansão naquele país; e o Peru, que apesar de ter sofrido perdas no turismo em função de alagamentos, encerrou o período com crescimento de 50%.

A empresa, em franca expansão, assinou ainda 24 contratos para novos empreendimentos na região. Com isto, a Accor tem agora em implantação 84 hotéis na América Latina, que irão compor sua estratégia de ter, até 2015, 300 hotéis em operação.

Outro destaque de 2010 foi a separação do Grupo Accor e Edenred (ex- Ticket), formalizada em 2 de julho do ano passado e que direcionou a nova estratégia da Accor em ser uma das três empresas líderes em hotelaria no mundo e a maior franqueadora da Europa.

Na América Latina, esta nova estratégia vem consolidar o modelo de negócios já aplicado há bastante tempo por aqui. Do total de 165 hotéis, 52% são administrados, 30% sob locação; 7% próprios e 12% em franquias. Já seguindo a nova estratégia, 31% dos futuros empreendimentos são franquias.

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Para o grupo Accor, a Responsabilidade Social Corporativa é uma das ferramentas utilizadas para atingir a sustentabilidade. A companhia mantém preocupação constante com a qualidade ética em suas relações com seus stakeholders.

O grupo busca, cada vez mais, incorporar estes conceitos a sua missão, compreendendo e praticando-os na gestão. A companhia empenha-se em alcançar um desenvolvimento socialmente responsável, econômico e ambientalmente sustentável, considerando-o um processo aberto e contínuo que reflete em um ambiente de trabalho produtivo, moderno e participativo.

Com base nessa premissa, a Accor criou, em 2006, o programa Earth Guest, um modelo mundial organizador de sua abordagem de Responsabilidade Social Corporativa.

Sob o lema ?As Guests of the Earth, we welcome the World? (O planeta acolhe-nos, nós acolhemos o Mundo), traduzido para vários idiomas, a política Earth Guest é fundamentada em oito ações prioritárias, divididas em dois grandes eixos de interesse:

EGO ECO
Desenvolvimento local Energia
Proteção à Infância Água
Luta contra epidemias Lixo
Alimentação balanceada Biodiversidade

O ?Plant for the Planet?, parte do eixo Biodiversidade, é uma iniciativa do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente por meio de uma campanha em prol do plantio de um bilhão de árvores no mundo.

A Accor, como empresa preocupada em combater o aquecimento climático, restaurar os ecossistemas e contribuir com as comunidades onde atua, engajou-se no projeto para financiar o plantio de três milhões de árvores em sete regiões florestais no mundo: Austrália, Estados Unidos, Indonésia, Romênia, Senegal, Tailândia e Brasil.

O projeto é particularmente inovador porque, além de financiar o plantio das árvores, seu objetivo principal é conscientizar os hóspedes da rede sobre a importância do reflorestamento. Em cada um dos hotéis Accor, o ?Plant for the Planet? vai motivar os hóspedes a reutilizarem suas toalhas de banho por mais de uma noite. Com o slogan ?Aqui, suas toalhas plantam árvores?, comunicações nos banheiros dos apartamentos indicam que a cada cinco toalhas reutilizadas uma nova árvore é plantada.

Para a seleção dos sete projetos de reflorestamento mundial, entre eles o do Brasil, a Accor contou com a colaboração da Kinomé, sociedade de revalorização de florestas no mundo e que irá auditar o projeto como um todo pelos próximos quatro anos. A Kinomé analisou mais de 150 associações parceiras do Programa das Nações Unidas para o meio ambiente. Para o Brasil, a Nordesta foi selecionada para conduzir o ?Plant for the Planet? com o objetivo de rearborizar 30 km ao longo das margens do rio São Francisco, além de desenvolver a apicultura Meliponini e formar a população local para uma gestão sustentável da madeira.

O plantio, pela Nordesta, já foi iniciado com o apoio da comunidade local e voluntários, que participam desta iniciativa de preservar as nascentes do rio São Francisco. Essa iniciativa também faz parte do projeto de recuperação da vegetação nativa da nascente do rio São Francisco, que prevê também a criação de abelhas, responsáveis em grande parte pela polinização das matas.

A Nordesta se compromete a fornecer uma caixa de abelhas Meliponini a cada três mil mudas plantadas nas regiões que serão beneficiadas com o ?Plant for the Planet?. A expectativa é de que, a criação de abelhas, a médio e longo prazo, possa se tornar uma alternativa viável de exploração econômica dos recursos naturais da região, com a produção e comercialização de mel pela população local, contribuindo para a conservação do meio ambiente.

O evento de lançamento aconteceu no dia 19 de setembro de 2009, na Pousada Limeira, no Município de Vargem Bonita, em Minas Gerais, onde foram realizadas as primeiras etapas do plantio. Estiveram presentes Roland de Bonadona, CEO da Accor América Latina, Anita Studer, presidente da Nordesta Suíça, Belchior dos Reis Faria, Prefeito de Vargem Bonita, e Darlan Alcântara de Pádua, chefe do Parque Nacional da Serra da Canastra, entre outras autoridades da região.

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No Brasil, a Nordesta foi selecionada para conduzir o ?Plant for the Planet? com o objetivo de rearborizar as margens do rio São Francisco, além de desenvolver a apicultura Meliponini e formar a população local para uma gestão sustentável da madeira.

A Nordesta Reflorestamento e Educação foi fundada em 1985, em Genebra. O seu envolvimento divide-se em atuações com o meio ambiente e a educação para a preservação das florestas tropicais e a melhoria das condições de vida das populações rurais no Brasil.

Suas ações incluem
- preservação de florestas antigas
- reflorestamento de áreas degradadas com árvores nativas
- criação de viveiros de mudas para crescer e gerar emprego local
- despertar a consciência pública da população local para a importância das florestas tropicais
- implantação da Agenda 21 em municípios parceiros
- criação de sistemas de energia solar na iluminação de prédios escolares e oficinas
- construção de escolas e bibliotecas.
- construção e execução de oficinas de formação profissional para jovens e mulheres
-apoio à escolarização das meninas, através do projeto ?Getting Girls to School?,
- ajudar os centros de ensino destinados a oferecer às crianças um ambiente familiar, o acesso à moradia, saúde, alimentação e educação.
- participar No programa "Fome Zero"


Preparo

O trabalho da Nordesta inicia-se cerca de 06 meses antes da ação de plantio em si. Há as seguintes etapas prévias:

? Explicação do projeto e adesão dos proprietários das terras
? Estudo agronômico do Solo e averiguação das adaptações necessárias para o bom desenvolvimento das mudas
? Preparo do Solo
? Desenvolvimento das Mudas (ação em parceria com a Universidade de Lavras, em Minas Gerais)

Plantio

O plantio, pela Nordesta, já foi iniciado com o apoio da comunidade local e voluntários, que participam desta iniciativa de preservar as nascentes do rio São Francisco.

As mudas são preparadas em uma estufa na cidade de Arcos. Após dois ou três meses, essas mudas são transferidas para um viveiro exterior, onde terminam de crescer e desenvolver as raízes, antes de ser transferidas para as margens do São Francisco.

As árvores estão sendo plantadas entre o Parque Natural da Serra da Canastra e da aldeia de Vargem Bonita, no Estado de Minas Gerais. O plantio é feito durante a estação chuvosa, de julho, em uma área de 30 km de comprimento por 50m de largura ao longo das margens do rio. Cerca de 30 espécies de árvores são plantadas, em especial, ipê, jabuticaba, seringueira, palmeiras, imbuia, urucum e pernambuco.

O Parque Natural da Serra da Canastra recebe cerca de 100.000 visitantes por ano. Visitas educacionais são organizadas e progressivamente incorporadas aos roteiros turísticos tradicionais. Este ecoturismo novo traz renda adicional para os proprietários que têm conservado suas terras.

Ao mesmo tempo, atividades de ecoturismo e apicultura também estão sendo promovidas para garantir a preservação da floresta traz benefícios concretos para a população local. O objetivo final, para salvaguardar a nascente do rio São Francisco, que atravessa muitas cidades, por mais de 3.000 km, fundamental para irrigação a montante e a jusante e ao bem-estar de dezenas de milhões de pessoas.

Abelhas Meliponini

Essa iniciativa também prevê a criação de abelhas, responsáveis em grande parte pela polinização das matas. A apicultura (atividade de produção de mel) de abelhas Meliponini, que não possuem ferrão, permitirá a venda de mel, proporcionando renda adicional, o que incentivará as pessoas a protegerem a qualidade ecológica de suas terras.

A Nordesta se compromete a fornecer uma caixa de abelhas a cada três mil mudas plantadas nas regiões que serão beneficiadas com o ?Plant for the Planet?. A expectativa é de que, a criação de abelhas, no médio e longo prazo, possa se tornar uma alternativa viável de exploração econômica dos recursos naturais da região, com a produção e comercialização de mel pela população local, contribuindo para a conservação do meio ambiente.

Relatório de progresso
? 33.000 árvores plantadas no ano de 2009.
? 1 fazendeiro envolvido na fase piloto.
? programa de conscientização 1 organizadas pelos chefes da escola na vila de São Roque.

Desafios

Todo o projeto é desenvolvido a expensas da própria Accor, não acarretando custo algum para os proprietários das terras, contudo o principal desafio encontrado é a adesão desses proprietários.

As áreas abordadas pelo Plant for the Planet são consideradas área de proteção ambiental, sendo obrigatória a proteção por parte dos proprietários. Ocorre que esses proprietários temem que a cessão das terras para o plantio configure a perda dessa área para a entidade ou para o governo.

?Eles acham que vão acabar perdendo aquela terra que receberá as árvores.?, conta Neuza Falco, Presidente da Nordesta Brasil.

Financiamento

O projeto é financiado a partir de de economias geradas no processo de lavagem das toalhas nos hotéis na América Latina: cada cinco toalhas reutilizadas pelo cliente, os hotéis pagam 50% da poupança de lavanderia para o projeto no Brasil.

Camareiros

Para a execução do Plant for the Planet, foi feito um trabalho especial de conscientização, junto aos camareiros dos hotéis participantes. Isto, porque, esses profissionais são os principais responsáveis pela contabilidade das toalhas e também pela manutenção da ação de conscientização ?Aqui, suas toalhas plantam árvores?.

O Camareiro é uma peça fundamental desse projeto. Não adianta nada toda a estruturação do Plant for the Planet, a adesão do hóspede, a Nordesta, ou a ONU, se o camareiro continuar trocando as toalhas todos os dias e não fizer a contabilidade das peças mantidas.

Ranking dos 10 Hotéis que tiveram a melhor performance em 2009 no Plant for the Planet:

1 Sofitel Jequitimar Guarujá
2 Novotel Jaraguá São Paulo Conventions
3 Mercure São Paulo Nações Unidas
4 Mercure São Paulo Central Towers
5 Ibis São Carlos
6 Ibis Indaiatuba
7 Sofitel Rio de Janeiro Copacabana
8 Mercure Mogi das Cruzes
9 Mercure São Paulo The Town
10 Ibis Rio de Janeiro Centro

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O Plant for the Planet conseguiu angariar mais de meio milhão de reais (R$ 500 mil) entre 2009 e 2010, possibilitando o plantio de cerca de 115 mil mudas. Em termos de visibilidade pública e cobertura de imprensa, foram mais de 17 artigos publicados em veículos de grande circulação de massa, além de 13 blogs terem publicado notícia sobre o projeto. Atingimos cerca de 650 mil leitores e retorno de mídia espontânea de R$ 80.000,00.

O inicio do trabalho de cercamento das áreas do projeto foi em 7/12/2010, O plantio foi iniciado dia 20/01/2010 e concluído em 20/02/2010. O controle de formigas se estende por um período maior, até que a área fique livre destes insetos, o que é feito com iscas formicidas e termo nebulização química nos olheiros dos formigueiros.
As cercas foram construídas com moirões de eucaliptus tratados, espaçados de três em três metros e quatro fios de arame farpado fixados por grampos próprios para madeira.
Para o plantio foi feito primeiramente o coroamento, que é uma capina das ervas daninhas para evitar concorrência às mudas por luz, água e nutrientes, com aproximadamente 50 cm de raio. Em seguida é feita a cova no centro de cada ?coroa?. As covas têm aproximadamente 30 cm de profundidade e 30 cm de circunferência, apresentando um formato cilíndrico. O passo seguinte é a adubação, que consiste em aplicar 100 gramas de super fosfato simples por cova, misturado a terra.
Em seguida foi aplicado um litro de gel condicionador de solo por cova. Este gel é um polímero superabsorvente, que em meio aquoso se expande e armazena água. Desta forma ele disponibiliza água no solo por cerca de quinze dias, diminuindo os riscos de morte das mudas por uma eventual estiagem e também em situações normais de clima aumenta a porcentagem de pegamento das mesmas por proporcionar condições ótimas de umidade em torno das raízes.
Depois de todo este preparo foi inserida a muda à cova. As mudas, ao todo, 42 espécies nativas diferentes, típicas da região, que serão descritas em anexo, produzidas em sistema de tubetes, que conferem uma alta qualidade ao sistema radicular e proporciona um maior rendimento dos trabalhos por ocupar menor volume e peso, ante as mudas convencionais produzidas em saquinhos plásticos.

Propriedades selecionadas:

- Fazenda Palmital
Proprietário: Horacir de Castro
Cercas: 1220 metros
Mudas plantadas: 9235
Área recuperada: 13,0324 ha

- Fazenda Palmital
Proprietário: Danilo de Oliveira Castro
Cercas: 140 metros
Mudas plantadas: 340
Área recuperada: 2,3139 ha

- Fazenda Palmital
Proprietário: Carlos Alberto de Oliveira
Cercas: 825 metros
Mudas plantadas: 6926
Área recuperada: 6,0895 há

- Fazenda Palmital
Proprietário: Marieta da costa
Cercas: 575 metros
Mudas plantadas: 2576
Área recuperada: 4,8024 há

- Fazenda Palmital
Proprietário: Maria Cristina costa faria
Cercas: 467 metros
Mudas plantadas: 2277
Área recuperada: 3,1400 ha

- Fazenda Macaúbas
Proprietário: Elzio Leonel da Costa
Cercas: 280 metros
Mudas plantadas: 479
Área recuperada: 2,3139

- Fazenda Sobradinho
Proprietário: Ademir Silvestre da Costa
Cercas: 1372 metros
Mudas plantadas: 7390
Área recuperada: 4,6810 há

Portanto foram construídos 4879 m (Quatro mil oitocentos e setenta e nove) metros de cercas e plantadas 29223 (vinte e nove mil duzentas e vinte três) mudas e recuperada uma área de 35,4068 ha (trinta e cinco hectares, quarenta ares e sessenta e oito centiares) nas sete propriedades selecionadas para a etapa de plantio no ano agrícola 2009/2010.
Estas áreas encontram se georreferenciadas em Coordenadas Planas UTM/UPS, e Datum de mapa SAD 69 (South America Datum 1969), cujos dados se encontram anexados a este relatório, necessitando apenas do programa ?GPS TRACK MAKER? para ser executado.

Replantio:

Esta etapa dos trabalhos consiste em substituir as mudas mortas, que por causas diversas, não suportaram as condições de campo, o que é absolutamente normal, mesmo até com plantas cultivadas comercialmente, portanto, é fundamental para o sucesso de qualquer atividade agrosilvipastoril. Houve uma taxa de mortalidade das mudas de 11,18% que corresponde à exatamente 3267 mudas em todas as áreas, um índice considerado muito bom. O replantio foi realizado no período de 23/03/10 a 30/03/2010.

Espécies Plantadas

Nome Comum Nome Científico Família

Açoita cavalo Luehea divaricata Tiliaceae
Angico amarelo Parapiptadenia rigida Leguminosae
Angico vermelho Anandenanthera macrocarpa Leguminosae
Aroeira brava Lithraea molleoides Anacardiaceae
Aroeira do sertão Myracrodruon urundeuva Anacardiaceae
Aroeira vermelha Schinus terebinthifolia Anacardiaceae
Bálsamo Myroxylon peruiferum Leguminosae
Birosca Schizolobium parahyba Leguminosae
Capixingui Croton floribundus Euphorbiaceae
Caroba Jacaranda cuspidifolia Bignoniaceae
Cassia Senna multijuga Leguminosae
Cedrilho Cedrela lilloi Meliaceae
Cedro Cedrela fissilis Meliaceae
Coqueiro jerivá Syagrus romanzoffiana Palmae (Arecaceae)
Embira de sapo Lonchocarpus guillemineanus Leguminosae
Eritrina Erythrina crista-galli Leguminosae
Fedegoso Senna macranthera Leguminosae
Nome Comum Nome Científico Família
Goiabeira Psidium guajava Myrtaceae
Gravitinga Solanum granulosum Solanaceae
Guanandi Calophyllum brasiliensis Guttiferae
Guatambu Aspidosperma parvifolium Apocynaceae
Ingá Inga vera Leguminosae
Ipê amarelo Tabebuia vellosoi Bignoniaceae
Ipê branco Tabebuia roseo-alba Bignoniaceae
Ipê roxo Tabebuia impetiginosa Bignoniaceae
Ipê tabaco Tabebuia chrysoytricha Bignoniaceae
Jacarandá da Bahia Dalbergia nigra Leguminosae
Jatobá Hymenaea courbaril Leguminosae
Jenipapo Genipa americana Rubiaceae
Monjoleiro Acacia polyphyla Leguminosae
Moreira Maclura tinctória Moraceae
Mutamba Guazuma ulmifolia Sterculiaceae
Óleo copaiba Copaifera langsdorffii Leguminosae
Paineira Chorisia speciosa Bombacaceae
Pau de lacre Vismia brasiliensis Clusiaceae
Pau pólvora Trema micrantha Cannabaceae
Peroba poca Aspidosperma cylindrocarpon Apocynaceae
Pinha do brejo Talauma ovata Magnoliaceae
Pororoca Rapanea ferruginea Myrsinaceae
Timbó Lonchocarpus muehlbergianus Leguminosae
Tipuana Tipuana tipu Leguminosae
Urucum Bixa orellana Bixaceae

Conclusão:

Analisando somente a percentagem de replantio que ocorreu nas áreas do projeto, podemos tirar a conclusão que foi um sucesso, mais esta etapa de atividades. Em áreas de lavouras comerciais, é normal índices de mortalidade de plantas em torno de 10% ou até maior. Em se tratando de um plantio de espécies nativas, com um mínimo de preparo de solo, como também por ser uma atividade que ainda não existem muitas pesquisas por parte das instituições científicas, obter um índice de mortalidade de apenas 11,18%, então podemos ficar satisfeitos com mais esta etapa cumprida.


Equipe Técnica:

Cleantho Thadeu Chaves de Faria
Engenheiro Agrônomo
e-mail: cleanthopains@yahoo.com.br

Neisson Elias Leal
Técnico em meio ambiente
e-mail: neyssonarcos@hotmail.com

Vinicius Moreno Rodrigues Campos
Biólogo
e-mail: vinicius_morenor@yahoo.com.br


Equipe administrativa:

Neuza Falco Galvão,
Presidente Nordesta Reflorestamento e Educação ? Brasil
e-mail : nordesta@terra.com.br

Anita Studer,
Presidente Nordesta Reforestation & Education ? Genebra ? Suiça.
e-mail: nordesta@nordesta.org

Jean-Paul Eybert
6, place Emile Bossy / Couteron, Aix-en-Provence ? França
e-mail : jeybert@nordesta.org

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