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CAROLINA GÓES: Sensibilidade e garra marcam carreira vitoriosa - 17/09/2008

A jornalista Carolina Góes já virou “case” de sucesso na categoria imprensa do Prêmio Caio. Formada há sete anos, pela Anhembi Morumbi, Carolina conquistou três Jacarés, por três anos consecutivos, em duas categorias diferentes. A ancora do programa Feira e Negócios, que vai ar no Brasil, aos domingos, pela TV Gazeta e hoje é visto em 145 países, revela que teve o melhor mestre que alguém poderia almejar: o próprio pai, o jornalista Carlos Roberto Alves Góes, que há dezoito anos mantém no ar o programa que é referência no segmento. Em entrevista exclusiva ao Jacaré News, Carolina falou sobre o significado da premiação para seu aperfeiçoamento profissional. Confira!

 
Jacaré News: O que significa para você a conquista desses Jacarés?
Carolina Góes: este é um prêmio muito reconhecido no setor. Temos premiações em todos os outros segmentos, onde os prêmios dão luz aos grandes profissionais dessas áreas. Para mim o Prêmio Caio é a grande premiação do setor de eventos. Pessoalmente, acho que funciona como um termômetro para eu saber como anda meu trabalho.
 
JN: Pode explicar melhor a idéia do prêmio ser como um termômetro...
Carolina: Bem, uma coisa é você achar que teve êxito, baseado no fato de que fez as coisas certas e com a aprovação das pessoas que estão a sua volta. Outra coisa bem diferente é você encarar como os profissionais altamente gabaritados da área vêem o seu trabalho. Há ainda uma vantagem: você passa a perceber o segmento de uma forma diferente, com maior clareza do que realmente interessa para o setor.
 
JN: E este ano, vai participar novamente?
Carolina: Claro! Na categoria reportagem sobre um evento. É um momento especial, no qual posso rever todo o meu trabalho. Qual deu maior retorno, qual agregou valor de fato para o setor, etc. É um momento particular de análise e reflexão. Este ano estou inscrevendo uma reportagem que me tocou muito, sobre a Feira Reatech, sobre soluções para pessoas especiais. É particularmente um assunto que me interessa não só como profissional, mas como pessoa. A questão é difícil, complexa e desafiadora para a sociedade como um todo, embora 15% da população brasileira seja portadora de algum tipo de deficiência, em algum nível. Para se ter uma idéia, a falta de informação sobre o tema fez da Reatech um sucesso em matéria de comercialização. Mas acho importante contribuir como cidadã também



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