Prêmio Caio Sustentabilidade

Prêmio Caio 17ª Edição

Case: FÓRMULA INDY
Candidato: B!Ferraz Comunicação
Cliente: Grupo Bandeirantes
Segmento: Eventos
Estado: SP
TROFÉU LEDCOM
Categoria: Evento Esportivo
 
Capa Apresentação Conteúdo Apresentação de inovações tecnológicas e estratégias indicando Desafios e Soluções Retorno sobre investimento, geração de negócios e outros indicadores econômicos
largada

A Formula Indy é uma das principais categorias do automobilismo mundial.
Depois de algumas experiências não muito positivas no Brasil, surgia a possibilidade dos seus pilotos voltarem a acelerar no país. E mais do que o retorno da Indy para as pistas brasileiras, essa corrida teria a responsabilidade de abrir a temporada 2010.
A prefeitura de São Paulo ganhou a briga para sediar a corrida frente a cidades como Salvador, Rio de Janeiro e Ribeirão Preto. Então consolidou-se uma parceria entre a Prefeitura, o Grupo Bandeirantes, detentor dos direitos da prova, ReUnion Sports & Marketing – especializada em mkt esportivo – e b!ferraz, que se responsabilizou pela implementação, montagem e operação do evento.
A agência teve o desafio de implementar a prova dentro dos mais altos padrões internacionais com o objetivo de impressionar o board e através do seu sucesso, inserir a cidade no calendário internacional da Fórmula Indy. Assim surge a São Paulo Indy 300.
A São Paulo Indy 300 marcava não só a volta da categoria para o país como abria a temporada 2010 da Fórmula Indy. Por isso, todos os parceiros no projeto se reuniram para viabilizar um projeto ousado: um circuito de rua que contemplava o Sambódromo de São Paulo e a Marginal Tiete.
Para esse trabalho, foram necessárias mais de 900 horas de dedicação e cerca de 7 mil profissionais envolvidos entre montagem, transmissão, operação e equipes.
Além de toda operacionalização e construção dos 150 mil m2 do espaço da corrida, a agência responsabilizou-se também pela divulgação do evento.
A campanha contou com diferentes meios como TV, rádio, mídia impressa e até ações diferenciadas em bares, aeroportos e internet.
Números positivos são o que não faltam para a primeira edição da São Paulo Indy 300. Com cerca de 40 mil pessoas lotando todas as suas dependências, transmissão para cerca de 200 países, credenciamento de aproximadamente 400 profissionais de imprensa e 50 grandes empresas fechando negócios com clientes via marketing de relacionamento nos camarotes.
A prova também surpreendeu os dirigentes da Indy Racing League pela força que ganhou na América do Norte onde a audiência foi 76% superior à registrada pela corrida de abertura da temporada anterior.
A Band, promotora da corrida e detentora dos direitos de transmissão da Fórmula Indy para o Brasil, obteve média de 8 pontos e picos de 10 de acordo com medição do Ibope. Cada ponto equivale a cerca de 60 mil domicílios na Grande São Paulo.

Galeria de imagens
credenciamento
transfer
camarote
camarote
sambódromo
sambódromo
volta de apresentação
entrada da área vip
sala camarote
boxes
boxes
boxes
camarote
camarote
boxes
largada
       

 

Ao todo, foram 15 arquibancadas, sendo 10 fixas e cinco tubulares. Para dar o devido suporte aos espectadores, foram instalados 260 banheiros químicos – modelo luxo – e cerca de 10 lanchonetes.

Além de curtir todas as emoções da corrida e o barulho dos motores, o público presente na São Paulo Indy 300 também pôde assistir à prova em dez painéis de LED de altíssima resolução instalados ao longo do circuito. Com capacidade para reproduzir com perfeição até 4,4 trilhões de cores, com baixo tempo de resposta e com visualização perfeita em um ângulo de 150°. Ao todo, os dez monitores pesavam aproximadamente 11 toneladas.

Três tamanhos diferentes de telões foram posicionados. Os sete maiores painéis possuiam cerca de 24m² cada um e ficaram dentro do Sambódromo, na área das arquibancadas e pódio. Entre os outros três, instalados na Avenida Olavo Fontoura, na altura dos boxes, um painel media 15m² e dois tinham 10m², aproximadamente.

Roupas, bonés, acessórios e outros itens relacionados à principal categoria de monopostos da América foram expostos em duas lojas no Circuito Anhembi durante o fim de semana da corrida, mas o sucesso foi tanto, que o estoque de mais de 3.000 itens se esgotou no sábado, primeiro dia de atividades de pista, em apenas sete horas de operação.
Entre os itens vendidos estavam camisetas, camisas pólo, bonés, carteiras, adesivos e squeezes com logotipos do evento, desenho da pista, entre outros.

Foram produzidos filmes de 30s e 15s para TV, spots de rádio, mídia impressa em revistas especializadas e ações no jornal Metro. A campanha mesclava dois tipos de comunicação. Para os meios especializados em automobilismo a comunicação era focada na presença dos pilotos brasileiros, que esse ano, são 7 competindo. Os outros veículos apelavam para o ineditismo do circuito de rua.

Para convidar os formadores de opinião e celebridades dos camarotes, desenvolvemos uma mala-direta especial no formato de um kit de ferramentas com o apelo de que eles iriam curtir o evento tão de perto quanto as equipes.

O evento atraiu a atenção do público e das marcas que desejavam se associar ao momento. Entre os patrocinadores a Indy 300 contabilizou: Prefeitura de São Paulo, Governo Federal, Firestone, Caixa, Banco do Brasil, Petrobrás, BVA, Ogio, Ipiranga, Correios, DIMEP, Leite Bom Gosto, Gocil, Honda, Hilton, Guarani, Mastercard, Metro, Casa Valduga apoio Caras e Metro.

A Sala de Imprensa da São Paulo Indy 300 foi montada em um espaço de 780m² no Palácio de Convenções do Anhembi. A estrutura para atendimento aos profissionais dispunha de: 248 cadeiras e dois lounges com sofás, puffs e mesas de centro, 284 pontos de energia, 160 cabos de internet, 10 megabytes de internet wireless, quatro laptops à disposição dos jornalistas, 22 monitores LCD de 42” e ainda 264 armários com chave.

Em média, 150 jornalistas estiveram presentes em cada uma das entrevistas coletivas. Em todas elas, houve serviço de tradução simultânea (inglês-português e português-inglês).

O site oficial da prova – www.saopauloindy300.com.br – teve quase 500 mil acessos em dois meses e média diária de sete mil visitantes, e mais de 1,5 milhão de page views.

Mais de 1800 pessoas seguiram o perfil da corrida no Twitter - @indyemsaopaulo.

As emoções da São Paulo Indy 300 foram levadas ao vivo pela Band para cerca de 200 países.

Galeria de imagens
peças kit vip
tv´s com transmissão ao vivo
largada
pódio
Ed Motta
Daniela Mercury
esquadrilha da fumaça
esquadrilha da fumaça
pódio com serra e kassab
pódio
pódio
         

 

A montagem de toda a estrutura do Circuito Anhembi começou no dia 20 de fevereiro, dia seguinte ao Desfile das Campeãs do Carnaval Paulista. Após o evento, a desmontagem da maior parte dos materiais (arquibancadas, guard-rails, blocos, grades de proteção, entre outros) aconteceu nas duas semanas posteriores à corrida. Cerca de 2000 pessoas estiveram envolvidas neste processo, em ritmo da montagem de 24 horas por dia, sete dias por semana.

Cerca de 300 toneladas de equipamentos desembarcaram no Brasil para a realização da São Paulo Indy 300. A primeira remessa chegou ao país por via marítima, no Porto de Santos (SP), no dia 1º de março. Um navio cargueiro trouxe contêineres de 40 pés (cerca de 12 metros de comprimento), com um total de 80 toneladas de materiais extras e menos delicados, como pneus. No dia 7 de março, exatamente uma semana antes da corrida, desembarcaram no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, dois aviões Boeing 747, da empresa Atlas Air, que trouxeram de Indianápolis (EUA) 220 toneladas de equipamentos, incluindo os 48 carros. O carregamento foi transportado por um comboio de 30 caminhões, que chegou ao Pavilhão do Anhembi na madrugada do dia 8.

Duas horas após o fim da corrida começou o trabalho de retirada de todo esse material, pois na quarta-feira seguinte (17 de março), três dias após a prova, todo o equipamento já estava de volta à Indianápolis.

Mais de 700 funcionários foram designados para controlar as operações na região do Anhembi, com 80 viaturas e mais o apoio de guinchos e motocicletas, além de 65 rádios NEXTEL para comunicação. A sinalização foi feita por 2.400 cavaletes, 200 cones, 650 mega cones, 277 rolos de fita zebrada, 89 faixas de orientação e 24 banners.

Mini terminais temporários de ônibus foram criados para deslocar os cerca de 40 mil espectadores que compareceram ao evento, além de quatro linhas expressas de ônibus, que ligaram o Aeroporto de Congonhas, o Expo Center Norte e os terminais do Metrô Tietê e Barra Funda, direto ao Anhembi. Com saída a cada 10 minutos, as linhas especiais fizeram o traçado direto, sem paradas no percurso. Além disso, uma frota de 2000 táxis cadastrados ficou à disposição do público.

Por trás dos 4.180 metros de extensão da pista, das mais de 40 mil pessoas, 25 pilotos de nove nacionalidades diferentes, a São Paulo Indy 300 teve muitos outros números.

• 4.028 mil seguranças, cem para tomar conta da área da garagem das equipes
• 400 policiais por dia no fim de semana da corrida
• 1.370 faxineiros
• A quantidade total de lixo recolhido em todo tempo de montagem, evento e desmontagem encheu 31 caçambas
• 146 bombeiros
• 24 catracas de acesso
• 24 leitores de códigos de barra
• 35 detectores de metal
• 20 carrinhos de golf para staff geral
• 10 carrinhos de golf para a Band
• 10 motos para staff geral
• 30 motos para pilotos e equipes
• Oito vans para traslado de staff / materiais e equipamentos
• 89 vans para traslado de VIPs e imprensa do estacionamento até o Circuito
• 2000 táxis credenciados para o evento
• 83 fiscais da SPTrans/DTP (Departamento de Transportes Públicos
• 100 rádios comunicadores no período pré e pós corrida
• 350 rádios comunicadores no fim de semana da corrida
• 71 rádios Nextel no fim de semana da corrida
• 663 extintores espalhados pelas arquibancadas e camarotes
• Cinco arquibancadas tubulares construídas com capacidade para 15.400
• 112 banheiros químicos modelo luxo para o público das arquibancadas
• Três caminhões pipa
• 8.500 grades de 2m de comprimento x 1,2m de altura
• Mais de 200 capas descartáveis de chuva distribuídas durante a montagem, evento e desmontagem.


→ Área das equipes:
• 25 reservatórios de água com capacidade para 200 litros para uso das equipes
• 150 extintores de incêndio portáteis
• 500 grades de 2m de comprimento x 1,2m de altura na garagem
• 750 grades de 2m de comprimento x 1,2m de altura no pit Lane.

→ A corrida:
• 25 pilotos
• 9 nacionalidades (EUA, Brasil, Japão, Suíça, Canadá, Venezuela, Nova Zelândia, Austrália, Escócia)
• 75 bandeirinhas
• 25 postos de bandeirinha
• 200 caixas d’água para bandeirinhas
• 3 Honda CRV
• 4 Civic SI
• 4 Dodge RAM
• 3 pick-ups Honda para resgate
• 4 caminhões guincho para resgate
• 2 tratores com escova e aspirador conjugado, para limpeza de óleo e líquidos, em caso de acidente
• 1.800kg de material para absorção de óleo e líquidos, em caso de acidente
• 50 vassorões para espalhar os produtos de absorção, se necessário, pela pista
• 50 baldes de oil dry (óleo seco)
• 200 galões de combustíveis para os veículos de segurança
• O troféu para o primeiro colocado mede 1m10cm e pesa 10kg.

Galeria de imagens
exposição
pista marginal pinheiros
pista marginal pinheiros
pista anhembi/acesso a pista da marginal
acesso da pista anhembi para marginal pinheiros
acesso da pista anhembi para marginal pinheiros
     

 

A São Paulo Indy 300 foi um sucesso de público. Cerca de 40 mil pessoas, entre arquibancadas e camarotes, estiveram presentes no Circuito Anhembi para acompanhar a primeira corrida em circuito de rua da IZOD IndyCar Series na América Latina.

Além das mais de 36 mil pessoas nas arquibancadas, a São Paulo Indy 300 recebeu cerca de 9.000 convidados, de 53 empresas diferentes, nos 29 Hospitality Centers. O intuito das corporações era realizar ações de relacionamento junto a seus colaboradores, clientes e parceiros, num clima descontraído e emocionante. Os convidados foram atendidos por cerca de 650 profissionais, consumiram mais de 15.000 litros de bebidas, 320.000 canapés e cerca de 3,5 toneladas de alimentos. A produção das áreas VIPs levou mais de 600 horas.

Mais de R$ 80 milhões entraram nos cofres da cidade por causa da São Paulo Indy 300. Cerca de 21 mil turistas vieram à capital paulista para assistir à prova. Destes, cinco mil eram estrangeiros.

Nas 10 lanchonetes do evento mais de R$ 1,5 milhão foi comercializado em alimentação. O número de 500 mil latinhas de bebidas consumidas, só nessa área, também impressiona.

O evento recebeu 700 pedidos de credenciamento, dos quais 430 foram aceitos. Cerca de 70 profissionais estrangeiros acompanharam a corrida, vindos de países como Estados Unidos, Japão, França, Alemanha, Argentina, entre outros.

Segundo a Versus, empresa de TV a cabo que leva as imagens da categoria para Canadá, Estados Unidos e México, a audiência foi 76% superior à registrada pela corrida de abertura da temporada em 2009.

A Band, promotora da corrida e detentora dos direitos de transmissão da Fórmula Indy para o Brasil, obteve média de oito pontos e picos de dez de acordo com medição do Instituto Ibope. Cada ponto equivale a cerca de 60 mil domicílios na Grande São Paulo;

Retorno em mídia impressa: 1075 INSERÇÕES / R$ 22.929.008,00 DE RETORNO;

Retorno em TV: 61h05m53s / R$ 456.185.505,98 DE RETORNO

Retorno em internet: 3.351 MATÉRIAS PUBLICADAS / R$ 1.683.400,00 DE RETORNO;

Retorno em rádio: 44h16m25s



(Qualidade)

A preocupação com a segurança foi imensa. Foram utilizadas mais de 4000 grades de proteção ao longo do circuito, só para a área do pit-lane foram 750, e nas garagens, outras 500. Também no espaço das garagens, foram usadas 400 unifilas. 2.150 blocos de concreto de 3.600kg cada e 3.350m de guard-rails circundavam o traçado de 1.480m.

Cinco mil postes fizeram a sustentação dos 8.360m de alambrado. Além disso, também foram usados quase 42km de cabos de aço. Mais de 660 extintores estavam na área das arquibancadas e camarotes, para a segurança do público, e outros 190 à disposição das equipes.

Para dar o devido suporte aos espectadores, foram instalados 260 banheiros químicos – modelo luxo – e cerca de 10 lanchonetes.

Cinco ambulâncias estavam de prontidão para atendimento da torcida presente. No total, mais de 180 profissionais da saúde estiveram empenhados no atendimento médico, tanto no circuito como no Hospital Paulistano, o centro médico oficial do evento. A empresa montou uma estrutura com seis postos de atendimento para o público, além de 16 ambulâncias UTI's – posicionadas em locais estratégicos, posto médico com instalações completas para atender duas emergências simultâneas e três leitos de estabilização para pacientes. Felizmente não foi necessário, mas o apoio de transporte para o Hospital Paulistano contou com dois helicópteros Koala e Esquilo. O Hospital Paulistano mobilizou cerca de 50 profissionais para ficar de prontidão durante esse período. A equipe reuniu especialistas em cirurgia de trauma, ortopedia, neurocirurgia, cirurgia vascular, cirurgia de cabeça e pescoço, buco-maxilo, radiologia, cirurgia torácica, cirurgia plástica, endoscopia, ecocardiografia, hemodinâmica, clinica médica, cardiologia e medicina de urgência.

O evento trouxe recursos inéditos para a cidade, totalizando um montante estimado em R$80 milhões. Cerca de 21 mil turistas vieram à capital paulista para assistir à prova. Destes, cinco mil eram estrangeiros. O evento movimentou a economia local, gerou empregos diretos e indiretos, chamou a atenção mundial para a cidade e consolidou-se como uma data oficial do calendário de São Paulo.


Galeria de imagens
camarote lotado
arquibancadas lotadas
sambódromo lotado!
band
oscar filho
prefeito gilberto kassab
daniella cicarelli
Jogador Edmundo
Adriane Galisteu
     

 

 

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