Prêmio Caio Sustentabilidade

Prêmio Caio 17ª Edição

Case: FEIRAS SUSTENTÁVEIS
Candidato: Carolina Von Mann Alves de Goes
Segmento: Serviços
Estado: SP
 
Capa Apresentação Conteúdo Apresentação de inovações tecnológicas e estratégias indicando Desafios e Soluções Retorno sobre investimento, geração de negócios e outros indicadores econômicos
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Esta matéria foi publicada na edição de lançamento da Revista Feiras & Negócios de novembro de 2008 e teve como principal enfoque revelar as ativides sutentáveis que os pomotores de feiras adotaram diante do aquecimento global, com o objetivo de diminuir e compensar a agressão à camada de ozônio.
Ao mesmo tempo que as feiras geram grandes negócios que aquecem a economia, é inevitável que sigam as grandes tendencias mundiais para evitar o aquecimento global.
A preocpação com o meio ambiente é hoje um dever de todo cidadão. Esse fato também se aplica ao mercado feiras. As estimativas apontam que são realizados cerca de 330 mil evetos por ano no país, capazes de atrair quase 80 milhões participantes. A cidadede São Paulo concentra a maior parte dos eventos promovendo 90 mil a cada ano.
Tudo isso é muito bom para a economia nacional, no entando, essas ralizações costumam deixar uma conta ambiental elevada. O impactos acontecem principalmente por conta do excessos de consumo de energia e da grande quantidade de lixo produzido antes, durante e após o evento.

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A preocupação com o meio ambiente é um dever de todo cidadão e este fato também se aplica ao mercado de feiras. As estimativas apontem que são realizados cerca de 330 mil eventos por ano no país, capazes de atrair quase 80 milhões de participantes. A cidade de São Paulo concentra a maior parte dos eventos, promovendo 90 mil a cada ano. Tudo isso é muito bom para a economia nacional. No entanto, essas realizações costumam deixar uma conta ambiental elevada. Os impactos acontecem principalmente devido ao excesso de consumo de energia e da grande quantidade de lixo produzidos ao final de cada evento.
Quando acaba um evento, a maioria dos materiais utilizados em sua montagem são simplesmente descartados, como convites, panfletos, brindes e até o próprio cenário. A maior parte dos materiais utilizados vão para o lixo e em muitos eventos, apenas cerca de 17% desse material costuma ser reaproveitado.
Com a adoção de medidas de minimização de impacto, como priorizar materiais recicláveis, evitar o desperdício de energia e imprimir o que for absolutamente necessário, é possível reduzir em até 80% o volume de lixo dos eventos.
Alguns promotores com iniciativas sustentáveis e louváveis, hoje buscam “neutralizar” suas emissões de carbono e reduzir a quantidade de resíduos deixados ao fim de cada feira. A Couromoda, por exemplo, importante feira do setor calçadista realizada em são Paulo no mês de janeiro, decidiu investir recursos e a dedicação de suas equipes em até três áreas de atuação: o gerenciamento socioambiental os resíduos gerados pela feira; a neutralização das emissões de carbono e a apresentação de um relatório socioambiental, com base referencial para que a feira possa melhorar ano a ano o seu desempenho na área. Outra iniciativa do setor veio por meio do Projeto Reciclagem – Coleta Seletiva no Pavilhão, onde a Francal Cidadania, braço de responsabilidade Social Empresarial da Francal Feiras, em parceria com a ONG Pueras, conseguiu números impressionantes de destinação correta dos resíduos gerados durante a montagem, realização e desmontagem da Francal 2008: 28 toneladas de material reciclável deixaram de ser descartados nos aterros sanitários.
Também adorando esta postura, a organização do evento APAS, evento este dirigido aos executivos do setor supermercadista, contratou a Reciclagem, uma empresa especializada em responsabilidade socioambiental que trabalho todo o material promocional com papel reciclado e elaborou ações voltadas para diminuir o impacto causado no meio ambiente pela realização da feira.
Entre elas, a gestão de resíduos, a seleção dos materiais, o uso consciente da água e energia e neutralização do carbono. A feira trouxe também uma novidade: o Prêmio Estande Sustentável, a fim de motivar os expositores a valorizar ações de sustentabilidade praticadas durante o evento. Foram vencedores as empresas Unilever, Banco Real, Vinícola Aurora, GS1 e Mãe Terra.
Como podemos ver nos eventos citados acima, o temo “neutralizar” nunca foi tão utilizado como nestes dois últimos anos. Porém como tornar um evento neutro na emissão do CO2?
A neutralização das emissões de carbono geradas em um evento é feira por meio de plantio de árvores. A idéia é a capacidade das árvores de captar CO2 e armazená-lo em forma de biomassa (nos galhos, folhas, frutos etc), para retirar da atmosfera uma quantidade equivalente à dos gases do efeito estufa emitidos pelo evento.
Assim, após fazer as quantas de quanto CO2 é liberado nas atividades de um evento, é possível calcular quantas árvores terão que ser plantadas para compensar as emissões totais de gases emitidos.
Apesar da boa intenção, a neutralização está longe de ser uma solução já que as árvores levam décadas para absorver os gases que o evento libera em horas ou dias. A forma mais garantida é evitar que os gases do efeito estufa sejam liberados. Portanto, o que se recomenda é repensar a organização do evento de modo a reduzir casa vez mais as emissões. Os expositores também estão atentos a esta realidade. Algumas montadoras de estandes, hoje atendem com qualidade a demanda de estandes com conceito ecologicamente corretos. É o caso da ECO7, a empresa tem cases premiados no setor e realiza projetos socialmente justos e ecologicamente corretos através do uso sustentável da biodiversidade brasileira. “Isso é pensar no futuro, é construir sem destruir, é visar um mundo melhor através da preservação. Viver no século XXI e não observar o que está acontecendo com o planeta é se esconder da realidade. Além de serem ecologicamente corretos, estes projetos são valores agregados para quaisquer empresas”, ressalta Adilson Afonso Tavares, diretor da empresa especializada em projetos com este diferencial. Segundo ele, os estandes ecológicos não perdem em qualidade visual para os convencionais, já que existem materiais diferenciados. “Temos a nossa própria cadeia de distribuidores com matérias primas como madeira certificada, revestimento de fibra de bananeira, pastilhas de coco, tinta ecológica, além de móveis certificados e comunicação visual impressa em tecido pet reciclado.
Vale lembrar que dificilmente o estande será completamente sustentável, uma vez que mesmo com a grande variedade de materiais ecologicamente corretos como a madeira certificada, ainda é freqüente ainda é freqüente a utilização de ferro e outros materiais não ecológicos na sua construção. A reutilização dos materiais também vale e pode ser feita com peças de encaixe que não precisam ser quebradas na desmontagem, podendo assim ser reaproveitada para um próximo evento além de oferecer menor custo aos expositores.
O gasto de energia na montagem também é outro fator determinante, é o que revela Marco Ferreira, diretor da montadora MF Engenharia de Estandes. Segundo ele, o perfil do expositor no Brasil é bem diferente dos expositores de outros países. “No Brasil as empresas querem iluminar todo o estande, toda a vitrine com receio que seu estande não tenha boa visibilidade, uma vez que no exterior, os estandes aproveitam as sombras, ilumina-se apenas aquilo que merece destaque, atraindo a atenção dos visitantes para os produtos e informações que deseja enfatizar, gerando assim uma boa economia de energia. Nos meus quase 20 anos de trabalho no setor, pouquíssimas empresas adotaram esta postura tão comum no exterior, é o caso do estando construído para a marca de calçados Arezzo, onde com alguns fachos de luz conseguimos um efeito diferenciado e chamativo”, relata Marco. A empresa possui também profissionais qualificados e maquinários para marcenaria e serralheria, para que assim, os materiais não sejam desperdiçados, após o uso em um evento.
Esta é a prova de que grande parte da cadeia produtiva do setor vem adotando posturas sustentáveis buscando adequar-se a este novo formato de exposição. Segundo José Augusto, diretor da Publistand, montadora que atua na área há mais de trinta anos, as iniciativas têm que vir de todas as partes e a conscientização dos funcionários é um fator importante. “Hoje toda grande empresa, que gera grande quantidade de poluentes, preocupa-se com a imagem passada durante a feira, afinal o estande será sua vitrine. Assim, a demanda de estande no conceito “ecológico” tem sido cada vez maior. Mas não adianta apenas construir um estando ecológico e não adotar iniciativas coerentes na minha empresa. Nos preocupamos também em trinar nossa equipe para que possam observar as inovações do setor e oferecer aos clientes soluções adequadas aos mais variados eventos com iniciativas que favorecem o meio ambiente”, descreve José Augusto.
E você empresário ? Já adotou alguma iniciativa sustentável em sua empresa ? Pense nisso, o Planeta agradece !

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A preocupação com o meio ambiente é um dever de todo cidadão e este fato também se aplica ao mercado de feiras.
Quando acaba um evento, a maioria dos materiais utilizados em sua montagem são simplesmente descartados e apenas cerca de 17% desse material costuma ser reaproveitado.
Com a adoção de medidas de minimização de impacto, como priorizar materiais recicláveis, evitar o desperdício de energia e imprimir o que for absolutamente necessário, é possível reduzir em até 80% o volume de lixo dos eventos.
Alguns promotores com iniciativas sustentáveis e louváveis, hoje buscam “neutralizar” suas emissões de carbono e reduzir a quantidade de resíduos deixados ao fim de cada feira. Por exemplo, investimento em recursos e dedicação de equipes em até três áreas de atuação: o gerenciamento socioambiental os resíduos gerados pelas feiras; a neutralização das emissões de carbono e a apresentação de um relatório socioambiental, com base referencial para que a feira possa melhorar ano a ano o seu desempenho na área. Outra iniciativa do setor veio por meio do projeto de reciclagem em parceria com a ONGs. Contratação de empresas especializadas em responsabilidade socioambiental.

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A preocpação com o meio ambiente é hoje um dever de todo cidadão. Esse fato também se aplica ao mercado feiras. As estimativas apontam que são realizados cerca de 330 mil evetos por ano no país, capazes de atrair quase 80 milhões participantes. A cidadede São Paulo concentra a maior parte dos eventos promovendo 90 mil a cada ano.
Tudo isso é muito bom para a economia nacional, no entando, essas ralizações costumam deixar uma conta ambiental elevada. O impactos acontecem principalmente por conta do excessos de consumo de energia e da grande quantidade de lixo produzido antes, durante e após o evento.

Exemplos de medidas sustentáveis:
A Coromoda, importante feira o setor calçadista, investiu muitos recursos e dedicação de suas equipes na área com o gerenciamento socioambiental dos resíduos gerados durante o evento. A Francal também adotou medidas louváveis para minimizar suas emisões com o projeto reciclagem - coleta seletiva nos pavilhões onde a Francal cidadania, braço de responsabilidades social empresarial da Francal Feiras em parceria com a Ong Pueras, conseguiu numeros impressionantes de destinação correta dos resíduos gerados durante a montagem, realização e desmontagem da Fancal 2008: 28 toneladas de material reciclável deixaram de ser descartadas nos aterros sanitários.
O SPFW seguiu as grandes feiras e realizou uma edição carbono zero.
Já a APAS 2008 evento este dirigido aos profissionais do setor supermercadista, fez um grande contrato com uma empresa especializada em reciclagem para desenvolver todo seu material promocional além de reutilizar os produtos no final do evento.
Estas e outras iniciativas foram o enfoque principal da matéria que foi publicada na edição novembro de 2008 da revista.
A matéria abordou também as mudanças na cadeia produtiva que envolve o setor, como as montadoras de estandes ecológicos, os buffets orgânicos e prestadores de serviços.
Com grande impacto no mercado corporativo visando conscientizar o empresários da importancia de aquecer a economia evitando o aquecimento global, com medidas sustentáveis e louváveis para salvar o nosso planeta!!!

A matéria teve como principal enfoque revelar as ativides sutentáveis que os pomotores de feiras adotaram diante do aquecimento global, com o objetivo de diminuir e compensar a agressão à camada de ozônio.
Ao mesmo tempo que as feiras geram grandes negócios que aquecem a economia, é inevitável que sigam as grandes tendencias mundiais para evitar o aquecimento global.
A preocpação com o meio ambiente é hoje um dever de todo cidadão. Esse fato também se aplica ao mercado feiras. As estimativas apontam que são realizados cerca de 330 mil evetos por ano no país, capazes de atrair quase 80 milhões participantes. A cidadede São Paulo concentra a maior parte dos eventos promovendo 90 mil a cada ano.
Tudo isso é muito bom para a economia nacional, no entando, essas ralizações costumam deixar uma conta ambiental elevada. O impactos acontecem principalmente por conta do excessos de consumo de energia e da grande quantidade de lixo produzido antes, durante e após o evento.

Exemplos de medidas sustentáveis:
A Coromoda, importante feira o setor calçadista, investiu muitos recursos e dedicação de suas equipes na área com o gerenciamento socioambiental dos resíduos gerados durante o evento. A Francal também adotou medidas louváveis para minimizar suas emisões com o projeto reciclagem - coleta seletiva nos pavilhões onde a Francal cidadania, braço de responsabilidades social empresarial da Francal Feiras em parceria com a Ong Pueras, conseguiu numeros impressionantes de destinação correta dos resíduos gerados durante a montagem, realização e desmontagem da Fancal 2008: 28 toneladas de material reciclável deixaram de ser descartadas nos aterros sanitários.
O SPFW seguiu as grandes feiras e realizou uma edição carbono zero.
Já a APAS 2008 evento este dirigido aos profissionais do setor supermercadista, fez um grande contrato com uma empresa especializada em reciclagem para desenvolver todo seu material promocional além de reutilizar os produtos no final do evento.
Estas e outras iniciativas foram o enfoque principal da matéria que foi publicada na edição novembro de 2008 da revista.
A matéria abordou também as mudanças na cadeia produtiva que envolve o setor, como as montadoras de estandes ecológicos, os buffets orgânicos e prestadores de serviços.
Com grande impacto no mercado corporativo visando conscientizar o empresários da importancia de aquecer a economia evitando o aquecimento global, com medidas sustentáveis e louváveis para salvar o nosso planeta!!!

 

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